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Programa da Papirus é reconhecido como uma das melhores práticas de economia circular da América Latina

Iniciativa da fabricante de papel cartão recebeu Certificado de Excelência Circular durante o Fórum Mundial de Economia Circular, realizado em São Paulo

O programa Papirus Circular, desenvolvido pela fabricante brasileira de papel cartão Papirus, foi reconhecido com o Certificado de Excelência Circular, concedido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A certificação foi entregue durante o Fórum Mundial de Economia Circular (WCEF 2025).

De acordo com a companhia, o reconhecimento reforçou seu posicionamento em sustentabilidade e sua atuação no desenvolvimento de soluções voltadas à circularidade na indústria. O programa foi um dos seis escolhidos como melhores práticas da América Latina e Caribe, em um processo seletivo que avaliou 275 projetos, dos quais 180 foram selecionados para a fase final da Chamada Pública de Economia Circular da FIESP/CNI. Os critérios de avaliação incluíram design circular, simbiose industrial, eficiência energética e uso inteligente de recursos.

A iniciativa da Papirus chamou a atenção por integrar diferentes etapas da cadeia de resíduos, com rastreabilidade desde a coleta até o reaproveitamento, logística reversa e geração de créditos de reciclagem para marcas parceiras. Outro aspecto destacado pela empresa é o uso de QR Codes nas embalagens, permitindo que consumidores acessem informações sobre a origem do papel reciclado e o impacto ambiental da embalagem.

“O Papirus Circular é uma solução real para um dos maiores desafios do nosso tempo, que é transformar resíduos em recursos de valor, com impacto rastreável e mensurável. O certificado é motivo de orgulho para todos nós e reforça nossa missão de promover a circularidade como um modelo de negócio viável e necessário”, afirmou Amando Varella, co-CEO e diretor comercial e de marketing da Papirus.

Segundo a empresa, o programa já resultou na reciclagem de mais de 66 mil toneladas de papel e evitou a emissão de aproximadamente 38 mil toneladas de dióxido de carbono (CO₂).

 

Fonte
Conecta Verde
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