Melhoramentos leva inovação à COP30 com embalagens Biona, iniciativa para substituição do plástico de uso único
Empresa participou de painéis sobre produtos de base florestal e reforçou seu compromisso com a economia circular, bioprodutos e agenda ESG
A Melhoramentos – companhia de capital aberto com atuação nos setores editorial, de base florestal renovável e de desenvolvimento imobiliário (Altea) – participou oficialmente da COP30, 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança do Clima que aconteceu em Belém, no Pará. A empresa esteve presente em dois painéis da conferência sobre “Benefícios dos Produtos de Base Florestal”, nos dias 14 e 15 de novembro. Durante os debates, a companhia reforçou seu compromisso com a inovação sustentável, economia circular e o potencial da base florestal brasileira na construção de cadeias produtivas regenerativas e de baixo carbono.
Na GreenZone da conferência, a coordenadora de Sustentabilidade, Isadora Vilela, participou do painel “Benefícios dos Produtos de Base Florestal”, organizado pela Câmara Setorial de Florestas Plantadas (CSFP), em parceria com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). Já o CEO da empresa, Rafael Gibini, esteve presente no painel realizado na BlueZone “Benefícios dos Produtos de Base Florestal”, a convite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), também em parceria com a Ibá. Os temas abordados incluíram inovação e sustentabilidade em bioprodutos, além de trazer a Biona como alternativa de substituição ao plástico de uso único, com foco na indústria alimentícia.
A Biona – nova fábrica de embalagens sustentáveis da Melhoramentos, e que também dá nome à marca de produtos – representa um avanço significativo em inovação no setor. Produzida a partir de fibra de celulose de base florestal renovável, a Biona alia desempenho técnico e baixo impacto ambiental, sendo resistente à água, ao óleo e a altas temperaturas, podendo ser utilizada desde o freezer até o forno a 220 °C e aparelhos airfryer. Projetada especialmente para a indústria alimentícia, a embalagem oferece uma solução de alta performance para operações que buscam reduzir as emissões e reduzir a geração de resíduos e, ao mesmo tempo, oferecer uma excelente experiência de uso para o consumidor final.
Em recente estudo de pegada de carbono conduzido pela Planton, os dados apontam que a Biona apresenta as menores emissões entre as embalagens avaliadas, com 0,02 kgCO₂ e por unidade, considerando uma embalagem de 350 ml, além de ser compostável em 75 dias. Com a inauguração de sua planta industrial em Camanducaia (MG) em junho deste ano, a Melhoramentos passa a produzir localmente entre 60 e 80 milhões de embalagens por ano, o que reforça seu compromisso com a substituição de materiais fósseis e com a construção de cadeias de valor mais circulares.
“Participar da COP 30 foi uma oportunidade para dialogar sobre o potencial das florestas plantadas como parte da solução climática. Ao transformar recursos renováveis em bioprodutos de alto desempenho, como as embalagens Biona, reafirmamos o nosso compromisso com a inovação sustentável e com a construção de cadeias produtivas de baixo carbono. Nosso propósito de ‘fazer crescer para melhorar o amanhã’ reforça que é possível unir impacto positivo e regeneração ambiental, com competitividade”, afirma Rafael Gibini, CEO da Melhoramentos.
LEGADO DE SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO
Há 135 anos no mercado, a Melhoramentos tem evoluído sua atuação com foco em negócios editoriais, desenvolvimento imobiliário e florestal, incluindo embalagens sustentáveis, sempre pautada por inovação e impacto sociombiental. Como empresa B certificada, faz parte de uma comunidade global de organizações comprometidas com elevados padrões de impacto social e ambiental.
Na esfera florestal, a Melhoramentos mantém um patrimônio ambiental de 152 milhões de m2, sendo 79 milhões de m2 (equivalente a 49% da sua área total) de florestas dedicadas à preservação – incluindo a Reserva Particular do Patrimônio Natural RPPN Parque Levantina, com 23 milhões de m2 de Mata Atlântica localizada em Camanducaia e Monte Verde (MG) – e 819 nascentes monitoradas e preservadas em seus territórios. Suas campanhas de monitoramento da mastofauna identificaram 25 espécies de mamíferos silvestres, sendo 10 espécies citadas em listas de fauna ameaçada de extinção, evidenciando o papel das unidades de manejo na preservação da Mata Atlântica.
Ao levar essa base para a COP30, a Melhoramentos reafirmou sua confiança no potencial do Brasil como protagonista da transição para uma economia de baixo carbono e o compromisso ambiental como caminho fundamental para fortalecer cadeias produtivas regenerativas e competitivas em escala.















