Irani avança na redução de resíduos e amplia práticas de economia circular
Unidade em Vargem Bonita reduziu mais de 3 mil toneladas de resíduos e gerou receita com reaproveitamento de materiais, em linha com meta de zerar envio a aterros até 2030
A Irani avançou em suas metas de sustentabilidade ao intensificar ações voltadas à redução de resíduos industriais. A iniciativa integra o compromisso da companhia de zerar a destinação de resíduos não perigosos para aterros até 2030.
Na unidade de Campina da Alegria, localizada em Vargem Bonita, no Meio-Oeste catarinense, a empresa registrou, ao longo do último ano, uma diminuição de 3.037 toneladas de resíduos em comparação com 2024. No mesmo período, a comercialização desses materiais resultou em uma receita superior a R$ 3,6 milhões, indicando o potencial econômico associado às práticas de economia circular.
A redução no envio de resíduos para aterros está alinhada a um dos seis objetivos estabelecidos pela empresa para o ciclo 2021–2030, vinculado ao Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente ao ODS 12, que trata de consumo e produção responsáveis.
De acordo com o gerente de Saúde, Segurança, Qualidade e Sustentabilidade, Leandro Farina, em 2024, 98,56% das matérias-primas utilizadas na unidade de Campina da Alegria tiveram origem em fontes renováveis. No mesmo período, 97,26% dos resíduos gerados foram desviados de aterros e reaproveitados como insumos em outras cadeias produtivas. Segundo ele, a companhia já atingiu 84% da meta estabelecida.
“Mantemos rigorosos controles e análises periódicas sobre o consumo de insumos e matérias-primas, assegurando a eficiência operacional e a redução de impactos ambientais. Alinhados à Política Nacional de Resíduos Sólidos, atuamos continuamente na identificação de oportunidades para minimizar a geração de resíduos e promover sua reinserção em novas cadeias produtivas, contribuindo para o fortalecimento da economia circular”, afirmou. “Como parte do compromisso de sustentabilidade, mantemos o objetivo de zerar o envio de resíduos não perigosos a aterros até 2030, mitigando impactos ambientais e promovendo a valorização dos resíduos. Essas iniciativas também favorecem a geração de emprego e renda nas comunidades do entorno, reforçando o pilar social da sustentabilidade”.
Farina também destacou o desempenho de outras unidades da companhia. A planta de Indaiatuba obteve, em 2024, sua primeira certificação Lixo Zero, além de ter conquistado a recertificação em 2025, garantindo a destinação adequada de mais de 96% dos resíduos gerados. Já a unidade localizada em Santa Catarina também passou por recertificação, consolidando práticas voltadas à melhoria contínua e à gestão ambiental.














